Privacidade
O que eu faço com o seu dado — por escrito, sem letra miúda.
Você não devia precisar de advogado pra saber o que acontece com o seu nome, telefone e CPF quando fala comigo. Por isso esta página é completa, mas não é confusa de propósito — se alguma parte não ficar clara, me chama que eu explico.
Atualizada em 17/08/2026.
Quem trata o seu dado
Clube Investvida Corretora de Seguros, registrada na SUSEP sob o nº 202089268, corretor responsável Carlito de Souza (SUSEP PF 201052110), Santa Catarina, Brasil. Sou eu quem decide o que fazer com o seu dado, e sou eu quem responde se algo sair errado — não existe departamento nenhum entre você e essa responsabilidade.
Como falar comigo sobre o seu dado
Qualquer pedido sobre o seu dado — ver o que eu tenho, corrigir, apagar, saber com quem compartilhei — vai direto pra mim: WhatsApp (47) 99192-6000 ou e-mail adm@clubeinvestvida.com.br. Respondo eu, não uma central. Sou eu também quem a LGPD chama de Encarregado de Dados (art.5º, VIII e art.41) — o nome técnico pra 'a pessoa responsável por isso', que aqui não é um cargo separado: é a mesma pessoa que te atende.
O que eu coleto, e quando
Só de visitar o site: o mínimo técnico que qualquer servidor registra por padrão — data e hora, a página aberta, o endereço IP e o navegador (user-agent). Quando você clica num link de cotação, registro também de qual página do site você veio. E guardo no seu próprio navegador uma marca (localStorage) com uma finalidade só: não repetir este aviso a cada visita. É dado pessoal, sim (LGPD art.5º, I), só que mínimo: guardado no meu próprio servidor e, hoje, não enviado a terceiro nenhum. Serve para segurança e para eu saber se uma proposta foi aberta (legítimo interesse, art.7º, IX). Não cruzo isso com nome nenhum.
Quando você me pede uma cotação ou fala pelo WhatsApp: nome, telefone, e-mail e, conforme o produto, data de nascimento e CPF.
Se você vira cliente: os dados que a seguradora exige pra emitir e administrar a apólice — documento, endereço, dados bancários e, em alguns produtos de vida, a Declaração Pessoal de Saúde. Isto é dado sensível (LGPD art.11) e só é pedido quando o produto exige, com base no seu consentimento específico e destacado pra essa finalidade (art.11, II, 'a') — você assina a Declaração separadamente, sabendo exatamente pra que ela serve: a seguradora avaliar o risco antes de aceitar sua apólice.
Para que eu uso cada dado, e com que direito (LGPD art.7º)
Responder sua cotação e montar o comparativo — procedimento preliminar a contrato, a seu pedido.
Emitir e administrar sua apólice, se você contratar — execução do contrato.
Saber se você abriu uma proposta que eu te enviei — legítimo interesse (art.7º, IX): é a minha própria proposta, no meu próprio servidor, sem terceiro envolvido, só pra eu saber quando te ligar de volta.
Cumprir exigência da SUSEP, do COAF ou da Receita — obrigação legal.
Te avisar sobre os seus próprios seguros — renovação que vence, cobertura que muda, reajuste que chega: isso faz parte de te atender, e é o motivo pelo qual você me contratou.
Te oferecer outros produtos — se você já é meu cliente, posso te falar de produto parecido com o que você tem, com base no legítimo interesse (art.7º, IX), e você me diz para parar quando quiser, sem precisar justificar. Se você ainda não é cliente, só com o seu consentimento.
Com quem eu compartilho — as únicas cinco situações
Eu não vendo dado. As categorias abaixo são as únicas com quem seu dado pode sair daqui, e cada uma tem um motivo declarado:
1. Seguradoras (Porto Seguro, SulAmérica e outras, conforme o produto que você pediu) — para cotar, emitir e administrar sua apólice. Sem isso o serviço não existe.
2. Corretores parceiros e produtores — quando um negócio nasce em parceria (rateio de comissão), o parceiro envolvido na venda recebe o necessário para te atender.
3. Prestadores de serviço técnico, que processam o dado por mim e não podem usá-lo para fins próprios: WhatsApp Business (Meta Platforms, Inc. — mensagens e confirmação; pode processar e armazenar fora do Brasil, com base no art.33, IX, da LGPD — a transferência é necessária pra executar o próprio atendimento que você pediu por esse canal — e nas cláusulas contratuais padrão que a Meta adota como operadora internacional), hospedagem do site (Hostinger) e Microsoft 365 (e-mail e agenda do corretor).
4. Autoridades públicas, quando a lei exige — SUSEP, COAF, Receita Federal ou Judiciário, só quando há obrigação legal ou ordem que me force a responder. Nunca por iniciativa própria.
5. Parceiros de marketing e publicidade — somente com o seu consentimento específico para essa finalidade, pedido em separado e nunca presumido. Hoje não existe nenhum compartilhamento desse tipo, e ele não acontece sem que você diga sim antes.
Cookies e rastreamento
Hoje este site não carrega nenhum script de terceiro — sem Google Analytics, sem fonte externa, sem pixel de rede social. Você confere abrindo o código-fonte da página. Se um dia eu passar a usar alguma ferramenta de medição de audiência, esta política muda ANTES, dizendo qual é, para que serve e como recusar — e a data de atualização acima é o seu jeito de saber que mudou. O identificador que uso hoje é um cookie meu, gerado no meu próprio servidor. No site ele guarda só que você já viu o aviso de privacidade; nas propostas que eu te envio, que ele foi aberto — para eu saber a hora certa de te ligar de volta. Não é compartilhado com ninguém nem usado para publicidade de terceiros.
Por quanto tempo eu guardo
Registro de acesso ao site: guardado pelo tempo necessário à segurança e à apuração de acessos indevidos, e descartado quando deixa de ter essa serventia. O Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014, art.15) fixa em 6 meses o mínimo obrigatório.
Dado de quem pediu cotação e não virou cliente: enquanto durar contato ativo; se você chegou a preencher Declaração de Saúde e não fechou apólice nenhuma, ela é apagada e fica só o mínimo pra eventual retomada de contato (nome, e-mail, CPF, peso, altura, celular, endereço).
Dado de quem é cliente (tem apólice, de qualquer ano): guardado integralmente, pelo prazo que a regulação do setor de seguros e a lei civil exigem.
Como eu protejo
CNH e dados de conta bancária ficam criptografados no banco — nem eu vejo o valor puro sem o sistema decifrar na tela. CPF, e-mail e telefone não são criptografados porque são a chave que evita cadastro duplicado. Toda criação, alteração e exclusão de cadastro fica registrada no histórico do sistema — quem fez e quando. Nada é apagado por engano: o que se descarta, se descarta com motivo registrado.
O que a lei te garante — e eu cumpro sem enrolação
- Confirmar se eu trato algum dado seu, e ver exatamente qual (LGPD art.18, I e II)
- Corrigir dado incompleto, desatualizado ou errado (art.18, III)
- Pedir a eliminação do que não preciso mais guardar por lei (art.18, IV e VI)
- Levar seu dado para outro lugar — portabilidade (art.18, V)
- Saber com quem eu compartilhei, e por quê (art.18, VII)
- Saber as consequências de recusar um dado ou um consentimento, antes de decidir (art.18, VIII) — dado essencial (documento pra emitir a apólice, por exemplo): sem ele eu não avanço nesse ponto específico; dado opcional (marketing, por exemplo): recusar não muda nada no seu atendimento
- Revogar qualquer consentimento que você tiver dado, a qualquer momento, sem custo (art.18, IX)
- Pedir revisão de decisão tomada só por tratamento automatizado (art.20, direito à parte do art.18) — aqui isso nunca existiu: quem lê seu caso, do início ao fim, sou eu
Isto não é proposta de seguro nem substitui o contrato que você assina com a seguradora — é sobre o que EU faço com o seu dado enquanto cuido do seu caso. Dúvida, reclamação ou pedido: fala comigo, direto.