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Clube Investvida — Corretora de Seguros

Perda de Renda

Se você parar de trabalhar por seis meses, de onde vem o dinheiro?

É a pergunta que fica para depois — até o dia em que vira urgente. E a resposta, liberal, costuma ser: de lugar nenhum.

O que decide de verdade

Não é o preço. São estes três pontos — e eles estão no contrato, não no folheto.

1

Franquia em dias

Quase todo contrato só começa a pagar depois de 15, 30 ou 60 dias de afastamento. Essa é a conta que decide se o produto serve pra você.

2

Doença entra ou só acidente?

Muitos contratos baratos cobrem só acidente. Afastamento por doença é o mais frequente — e é onde o produto barato falha.

3

Quem atesta o afastamento

Alguns exigem perícia do INSS, outros aceitam laudo próprio. Para quem não contribui, isso muda tudo.

As perguntas que você faria

Resposta curta na hora. Se quiser o detalhe, toque para abrir.

Serve para quem é PJ ou autônomo?
É justamente para quem não tem afastamento remunerado. Empregado CLT já tem uma rede — o autônomo não tem nenhuma.
Quanto tempo o benefício dura?
Costuma ser por evento, com teto de meses. É preciso olhar o teto e a franquia juntos, senão a conta engana.
Posso ter isso junto com o seguro de vida?
Pode, e normalmente sai mais barato como cobertura adicional do que como contrato separado.
O que o acervo mostra

No acervo, a cobertura de renda por incapacidade temporária aparece com franquias muito diferentes entre contratos de preço parecido. A franquia em dias é o número que decide — e é o que menos aparece na proposta.

Vamos olhar o seu caso?

Me diga a sua situação. Eu leio os contratos que servem para ela e te mostro a diferença entre eles — inclusive onde a minha recomendação perde.

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