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Clube Investvida — Corretora de Seguros

Seguro Empresarial

Você segurou por R$ 300 mil. O perito diz que vale R$ 500 mil.

Adivinha quanto você recebe num incêndio de R$ 100 mil. Não são os R$ 100 mil — e não é porque negaram. É uma conta que já estava escrita no contrato desde o dia da assinatura.

O que decide de verdade

Não é o preço. São estes três pontos — e eles estão no contrato, não no folheto.

1

Declarar valor a menos corta a sua indenização, mesmo com o seguro em dia

Se você declara R$ 300 mil e o bem vale R$ 500 mil, você declarou 60%. Aí a seguradora paga 60% do prejuízo: no incêndio de R$ 100 mil, você recebe R$ 60 mil e tira R$ 40 mil do bolso. O sinistro é coberto — a conta é que foi reduzida na mesma proporção. Existe um tipo de contrato em que isso não acontece, e saber qual dos dois você tem é a primeira coisa que eu confiro.

2

O alarme e o sprinkler podem não ser desconto: podem ser condição

Em muitos contratos eles reduzem o preço. Em outros, eles são exigência: se estiverem desligados ou sem manutenção no dia do incêndio, a cobertura cai. É a mesma frase na proposta e dois efeitos opostos no sinistro. Na sua apólice isso está escrito em uma linha só — me manda que eu acho e te digo qual dos dois é.

3

A cobertura de faturamento parado tem prazo — e ele costuma ser curto

Ela paga o que você deixou de ganhar enquanto a empresa não volta a funcionar. Só que por um número de meses definido em contrato. Se você leva oito meses para reabrir e a apólice paga três, os outros cinco são seus.

As perguntas que você faria

Resposta curta na hora. Se quiser o detalhe, toque para abrir.

Por quanto eu devo segurar: o que paguei ou o que custa hoje?
Pelo que custa hoje para comprar tudo de novo. Segurar pelo valor que está na contabilidade é o caminho mais rápido para receber menos do que o prejuízo — porque a máquina que você comprou por R$ 80 mil há seis anos não se repõe por R$ 80 mil.
A minha apólice cobre erro do meu funcionário com um cliente?
Se o cliente escorregou e caiu na sua loja, costuma cobrir. Se o erro foi técnico — um procedimento, um projeto, um laudo — isso é outro contrato: nas condições gerais que eu li, o ato profissional aparece na lista de exclusões da apólice empresarial. Me manda a sua e eu te mostro a página onde está escrito.
Vale a pena para uma clínica ou consultório?
Vale, e são dois contratos: o empresarial cuida do imóvel, dos equipamentos e de quem entra na sua porta; o RC profissional cuida do atendimento em si. Um não substitui o outro, e é comum descobrir isso no dia errado.
O que o acervo mostra

Quando comparei as apólices empresariais do acervo, a diferença mais cara entre elas não estava na lista de coberturas — as listas eram quase iguais. Estava em duas coisas que ninguém lê: a conta que reduz a indenização quando o valor declarado ficou abaixo do real, e os tetos separados por tipo de cobertura. Duas apólices com a mesma lista pagam valores muito diferentes pelo mesmo incêndio. Me manda a sua e eu te digo em qual dos dois grupos ela está — com a cláusula e a página.

Vamos olhar o seu caso?

Me diga a sua situação. Eu leio os contratos que servem para ela e te mostro a diferença entre eles — inclusive onde a minha recomendação perde.

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