Falar com o Carlito
Casal jovem fazendo planos à mesa de um apartamento

Previdência privada · Para o dinheiro de depois

Seu futuro
começa no
presente.

Parte do que você guarda aqui pode voltar no Imposto de Renda, se você declara no modelo completo. E pode ser bastante: a dedução vai até 12% da renda do ano. Faça a estimativa da sua contribuição e veja de quanto a gente está falando.

O DEPOIS QUE VOCÊ IMAGINA

Mais tempo para
viver os seus planos.

Uma viagem sem pressa. O neto no colo numa terça-feira à tarde. A conta do mês sem susto.
Quanto por mês dá para chegar lá? A conta está logo abaixo, e é sua.

Casal mais velho desfrutando de uma vista de praia, com mar e encostas verdes ao pôr do sol
O FUTURO QUE VOCÊ QUERFazer a minha conta

PREVIDÊNCIA PRIVADA, COM OS SEUS NÚMEROS

Quanto guardar por mês
para receber essa renda pelo resto da vida?

Três respostas e a conta sai: quanto você quer receber por mês, quando você nasceu e com que idade pretende parar. A conta roda aqui no seu aparelho, e a gente nem vê o que você digita.

Em dinheiro de hoje, somando ao INSS e a outras rendas que você já espera ter. Vitalícia quer dizer que ela cai na conta enquanto você viver.
As barras entram sozinhas. É daqui que sai quantos anos você ainda tem para guardar.
A conta usa a tabela de expectativa de vida, que é separada por sexo: mulheres vivem mais, então a mesma renda pede um valor guardado maior.
Comece com 65 e mexa à vontade.
Projeção, não previsão nem taxa oferecida: é o mesmo tipo de hipótese que os simuladores das seguradoras usam. Quanto mais alta, mais o resultado depende de o mercado cooperar por décadas.

PGBL OU VGBL — E O IMPOSTO A SEU FAVOR

Parte do que você guarda pode voltar no Imposto de Renda.

Previdência privada tem duas modalidades, e a escolha certa depende de como você declara o IR — não do vendedor. E as duas têm uma vantagem que fundo comum não tem: não existe come-cotas, aquele imposto semestral que os fundos convencionais descontam antes de você resgatar. Na previdência o imposto fica só para a saída, e o dinheiro que iria ao come-cotas continua rendendo por décadas.

PGBL — para quem entrega a declaração completa

As contribuições podem ser deduzidas da renda tributável até 12% da renda bruta anual. Na prática, o IR que você pagaria vira reserva de aposentadoria. Na saída, o imposto incide sobre o total resgatado.

  • Combina com quem tem renda tributável e já deduz dependentes, plano de saúde, escola.
  • Quanto maior a alíquota hoje, maior o retorno da dedução.

VGBL — para quem entrega a simplificada (ou é isento)

Não deduz do IR, mas na saída o imposto incide só sobre o rendimento, não sobre o que você colocou.

  • Combina com quem não tem o que deduzir, com quem já usou os 12% do PGBL e com quem quer deixar isso organizado para a família.
  • Também sem come-cotas.
Fica no seu aparelho. Só vai no pedido se você marcar a opção de incluir.
Pode ajustar.
Diga a sua renda bruta anual para ver quanto dá para deduzir.

Estimativa com a tabela progressiva mensal vigente e a alíquota marginal da sua faixa; a dedução vale para quem contribui também ao INSS ou regime próprio. A escolha entre PGBL e VGBL, e entre tabela progressiva e regressiva na saída, é do seu caso — é a primeira coisa que conferimos na conversa.

Quero saber quanto posso deduzir este ano
Como chegamos à estimativa?

Primeiro, calculamos o saldo que uma renda vitalícia do valor escolhido exige na idade de saída: renda ÷ fator da tábua BR-EMS 2021 (por idade e sexo, a 0% de juros de conversão — o padrão praticado no mercado). Depois, descontamos o valor futuro da reserva inicial e calculamos a contribuição mensal que completa esse saldo, da sua idade de hoje até a idade de saída. Contribuições ao final de cada mês — a mesma convenção dos simuladores das seguradoras.

A rentabilidade escolhida entra como projeção constante, do mesmo jeito que nos simuladores das seguradoras: é um número bruto, antes de inflação, custos e tributos, e segue reto, sem os altos e baixos de um fundo de verdade nem as regras de um produto específico. Por isso a mesma renda compra menos daqui a décadas — é das primeiras coisas que a gente põe na mesa. A renda vitalícia de verdade sai do plano contratado e da tábua vigente no dia da conversão.

Os três momentos usam o mesmo alvo e a mesma idade de saída: só muda por quantos meses você contribui.

Taxas, tributos, condições e formas de receber a renda de um plano real a gente confere um a um, com os documentos na mesa. Aqui você enxerga a ordem de grandeza: é uma ferramenta de estudo, sem recomendação de investimento nem garantia de resultado.

saldo necessário = renda mensal ÷ fator vitalício (idade de saída, sexo)
contribuição = (saldo necessário − aporte inicial capitalizado) ÷ fator de acúmulo dos meses até a saída, à taxa mensal equivalente à rentabilidade escolhida

01 / CONTE SEU MOMENTO

Em que etapa você está?

UMA PERGUNTA PARA COMEÇAR

Você quer guardar para quando, e para quê?

Essas são as perguntas que valem para o seu momento. A resposta exata está nos seus documentos, e é lá que eu vou buscar.

Falar com o Carlito sobre isso

Dá para explorar tudo sem cadastro. A resposta exata sobre a sua cobertura sai da leitura da apólice, com a página ao lado.

02 / ANTES DE ASSINAR

Três coisas que
eu olho no seu contrato.

O que decide se o seguro paga quando você precisar.

01

O que você junta

Você escolhe o fundo e pode trocar dentro do próprio plano quando quiser. A taxa de administração e a de carregamento saem do seu bolso todo mês: é o primeiro número que eu confiro, porque é o que você paga de verdade.

02

O dinheiro continua seu

Resgate e portabilidade estão previstos: dá para levar o plano inteiro para outra companhia sem sair do regime tributário. Os prazos e as condições vêm no regulamento, e eu leio o seu antes de qualquer troca.

03

Quando virar renda

Na saída você decide: receber por mês, por prazo certo, ou ir resgatando por conta própria. A escolha muda o valor e, em alguns planos, é definitiva — por isso ela pede a leitura do regulamento antes, e não no dia.

PGBL ou VGBL?

Regra de bolso: PGBL para quem declara no modelo completo, porque permite deduzir as contribuições até 12% da renda bruta anual; VGBL para quem declara no simplificado ou já usou os 12%. Os dois servem, e o que muda é onde o imposto é cobrado. Me diga como você declara que eu faço a conta com os seus números.

O rendimento é garantido?

Hoje os planos não trabalham com renda garantida: a rentabilidade vem do fundo que você escolhe, entre centenas. A escolha é sua, com a minha leitura dos custos e do risco de cada um ao lado.

O MÉTODO CLUBE INVESTVIDA

Antes de assinar,
alguém lê
o contrato.

É o Espelho da Apólice: eu leio as condições do seu seguro e te devolvo em português, com a cláusula e a página ao lado de cada resposta. Conferir é com você.

Ver como funciona
ESPELHO DA APÓLICEEXEMPLO

Sua dúvida, com o endereço da resposta.

O que você perguntouSe eu ficar afastado do trabalho, o seguro paga?
O que o contrato dizPaga a diária a partir do 16º dia de afastamento por causa coberta: os primeiros 15 dias são franquia, e neles a seguradora não deve nada. E atenção: nessa cobertura, acidente fora do horário de trabalho não entra — só o do trajeto de ida e volta.
Onde está escritoCondições gerais do seguro de vida em grupo Multiproteção, Unimed Seguradora, processo SUSEP 15414.615747/2020-24 — cláusulas 3 e 4.1, página 176 de 224.

Exemplo real, tirado de um contrato do nosso acervo em 18/09/2026. O seu Espelho sai assim, só que da sua apólice: cada resposta com a cláusula e a página ao lado, para você conferir.

QUEM RESPONDE É O CARLITO

Me conte o que
você quer proteger.

Deixe seu telefone e o Carlito te responde já sabendo o que você veio ver aqui. Você não precisa contar tudo de novo.

Previdência privada | Quero entender

Carlito de Souza
Carlito de SouzaCorretor desde 1997. Eu leio o contrato e te conto o que está lá.

Seu assunto: Previdência privada | Quero entender

Primeiro a gente fala. Contratar é decisão sua, depois, com os números na mão.

Prefiro mandar mensagem no WhatsApp ↗