RC Profissional
Ser processado custa caro mesmo quando você ganha.
Quem atende, opera ou assina um laudo responde por anos pelo que fez. E o que decide o tamanho do prejuízo não é o teto da apólice — é quem paga o advogado, e se esse dinheiro sai de dentro do seu limite.
O que decide de verdade
Não é o preço. São estes três pontos — e eles estão no contrato, não no folheto.
Quem escolhe o advogado
Se o contrato não garante livre escolha, você é defendido por quem a seguradora indicar. E em muitos contratos o honorário sai de dentro do seu limite.
O que vale é a data do processo, não a data do erro
Você atende hoje e é processado daqui a três anos: quem paga é o contrato que estiver vivo na data do processo, não o que estava vigente no dia do atendimento. Por isso um único mês descoberto pode apagar anos de proteção sobre trabalho que você já fez — e é o detalhe que mais pega quem troca de seguradora achando que está só mudando de preço.
Cada dano tem o seu teto
Dano moral, dano estético e dano material têm limites próprios dentro da apólice — é o padrão do mercado, não adianta procurar teto único. O que dá para ajustar é o tamanho de cada um: quem trabalha com aparência precisa de mais no eixo estético; quem assina projeto ou parecer, mais no patrimonial. É conta de risco, e é rápida de fazer.
As perguntas que você faria
Resposta curta na hora. Se quiser o detalhe, toque para abrir.
Se me processarem daqui a três anos por um atendimento de hoje, quem paga?
Posso fazer um acordo com o paciente para não virar processo?
O seguro da minha clínica já não cobre isso?
O Estado não separa RC profissional por profissão: tudo cai no mesmo código SUSEP. Ou seja, não existe consulta pública que diga o que o seu contrato cobre para a sua profissão. A única forma de saber é lendo as condições gerais uma a uma. É exatamente o que eu faço.
Vamos olhar o seu caso?
Me diga a sua situação. Eu leio os contratos que servem para ela e te mostro a diferença entre eles — inclusive onde a minha recomendação perde.