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Clube Investvida — Corretora de Seguros

Seguro de Vida

Seguro de vida não compra dinheiro. Compra tempo.

Tempo para a sua família decidir sem pressa se muda de casa, se troca a escola, se vende o carro. É esse o prazo que se contrata — e ele tem tamanho, dá para calcular.

O que decide de verdade

Não é o preço. São estes três pontos — e eles estão no contrato, não no folheto.

1

Quando o dinheiro chega

O contrato tem dois relógios. O da indenização principal só começa a correr quando a seguradora recebe o último documento — e para de novo a cada documento que ela pedir a mais. O do funeral é outro: é assistência, resolve o enterro e não entra nessa fila. Eu te mostro os dois, escritos, antes de você assinar.

2

O que conta como invalidez

Quase todo contrato traz a palavra “invalidez” na capa. O que muda é a régua: muitos só pagam na “perda da existência independente”, que é bem mais grave do que não poder mais exercer a profissão. Ler essa definição antes é o que evita a surpresa depois.

3

Até quando o contrato dura

Muitas coberturas acessórias caem aos 65 ou 70 anos. Vale saber agora o que some depois — não na hora de precisar.

As perguntas que você faria

Resposta curta na hora. Se quiser o detalhe, toque para abrir.

Se eu morrer amanhã, quanto entra na conta da minha família e em quantos dias?
São dois relógios. O funeral é assistência e resolve o enterro sem esperar a análise. A indenização principal tem prazo regulado, que só começa a contar quando a seguradora recebe o último documento — e para a cada documento novo que ela pedir. Eu te mostro os dois prazos escritos no contrato, com a cláusula.
E se eu morrer de doença logo nos primeiros meses?
Aí entra a carência. Ela existe em quase todos, varia bastante, e acidente normalmente não tem carência nenhuma. É a primeira coisa que eu confiro.
Se eu tiver um infarto e sobreviver, o contrato paga?
Depende da definição de doença grave — que é técnica e muda de contrato pra contrato. Alguns exigem critérios de infarto que nem todo infarto cumpre.
Se eu não puder mais trabalhar, a apólice paga?
Essa é a pergunta que mais gente faz achando que já sabe a resposta. Invalidez por doença quase sempre exige um grau de perda muito maior do que “não conseguir exercer a profissão” — e a definição está escrita, cláusula por cláusula.
O que o acervo mostra

Nas condições gerais de vida do acervo, a invalidez por doença quase nunca significa “não conseguir mais trabalhar”: o pagamento costuma ser condicionado à perda da existência independente — precisar de outra pessoa para os atos básicos do dia. Não é pegadinha ilegal: está escrito, em letra normal. É a distância entre o que se entende na venda e o que se lê no sinistro — e é a primeira linha que eu procuro no seu contrato.

Vamos olhar o seu caso?

Me diga a sua situação. Eu leio os contratos que servem para ela e te mostro a diferença entre eles — inclusive onde a minha recomendação perde.

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