Seguro de Vida
Seguro de vida não compra dinheiro. Compra tempo.
Tempo para a sua família decidir sem pressa se muda de casa, se troca a escola, se vende o carro. É esse o prazo que se contrata — e ele tem tamanho, dá para calcular.
O que decide de verdade
Não é o preço. São estes três pontos — e eles estão no contrato, não no folheto.
Quando o dinheiro chega
O contrato tem dois relógios. O da indenização principal só começa a correr quando a seguradora recebe o último documento — e para de novo a cada documento que ela pedir a mais. O do funeral é outro: é assistência, resolve o enterro e não entra nessa fila. Eu te mostro os dois, escritos, antes de você assinar.
O que conta como invalidez
Quase todo contrato traz a palavra “invalidez” na capa. O que muda é a régua: muitos só pagam na “perda da existência independente”, que é bem mais grave do que não poder mais exercer a profissão. Ler essa definição antes é o que evita a surpresa depois.
Até quando o contrato dura
Muitas coberturas acessórias caem aos 65 ou 70 anos. Vale saber agora o que some depois — não na hora de precisar.
As perguntas que você faria
Resposta curta na hora. Se quiser o detalhe, toque para abrir.
Se eu morrer amanhã, quanto entra na conta da minha família e em quantos dias?
E se eu morrer de doença logo nos primeiros meses?
Se eu tiver um infarto e sobreviver, o contrato paga?
Se eu não puder mais trabalhar, a apólice paga?
Nas condições gerais de vida do acervo, a invalidez por doença quase nunca significa “não conseguir mais trabalhar”: o pagamento costuma ser condicionado à perda da existência independente — precisar de outra pessoa para os atos básicos do dia. Não é pegadinha ilegal: está escrito, em letra normal. É a distância entre o que se entende na venda e o que se lê no sinistro — e é a primeira linha que eu procuro no seu contrato.
Vamos olhar o seu caso?
Me diga a sua situação. Eu leio os contratos que servem para ela e te mostro a diferença entre eles — inclusive onde a minha recomendação perde.